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2 de janeiro de 2011

A vida como ela foi (2010 - 2011)

2010 foi um ano no mínimo complicado. Impossível descrevê-lo em um único sentimento. foi tudo como um grande e cansativo filme de Roman Polanski. 
No amor eu fui de depressão e remorso pela Alice a euforia e desilusão com a Thais.
A vida proficional nunca esteve tão bem, tenho um emprego fixo numa das maiores instituições de saúde do país. O que significa muita responsabilidade e dor de cabeça mas, isso agente aguenta. A vida familiar de um modo geral foi tranquila. briguei com a tina e o pg. Mas isso eu faço todo ano. Meus pais são como móveis inanimados. Nunca tive tanta liberdade. 
Religião foi o grande catalisador dos meus problemas. Igreja nova e a tentativa de fazer parte de uma família que não é a sua foi um dos maiores desafios. Friedrich Nietzsche me causou sérios problemas. Posso dizer que remodelei minha fé de forma quase irreparável. Fui as entranhas da profunda descrença no homem e suas religiões. Questionei Deus, amei menos, chorei mais. Finalizei o ano lutando para ter esperança e recuperar a crença na instituição religiosa. De conclusivo sobre essas coisas só tenho o amor de Deus que sei que esteve comigo nos meus momentos mais sombrios. 
Tive um principio serio de depressão, corri riscos que não estavam na minha lista e nem o cinema me trouxe alegrias. 
Meu aniversário foi um desastre total. Tudo estava lá, a comida farta, os amigos, tudo, menos a minha dignidade na terceira comemoração com os VIPs. (Meu Deus, o que foi aquilo?KKK).
Os amigos, ah!!! os amigos. Incrível como o Marcelo e o Arthur conseguiram suportar meus sentimentos à lá montanha Russa. Conquistei dois irmãos cheios de caracteristicas muito próprias.  Arthur demonstrou ser a cara mais digno que conheço quando todos duvidavam da minha sexualidade e ele simplesmente decidiu me conhecer por si só e não por opinião dos outros. E também não existiria professor melhor neste mundo pra ensinar a pilotar (moto) e dirigir. Marcelo é o cara que ninguém sabe o valor que ele tem. Um amigo sincero que por muito pouco me fez considerá-lo um irmão. Vanessa decidiu dar nós na minha cabeça e o G8 foi apenas um borrão dos momentos felizes que já tivemos. Alguns amigos perderam completamente o seu valor (prefiro nem comentar).
 Errei e não me corrigi. 
Falei de mais. 
Amei de menos.
Sofri na medida certa.

Foi um ano bom, porem nunca o melhor. E que 2011 eu perca o controle pois sei de alguém melhor pra controlar-me. JC.

Enfim: Comentem.