2011 tem tudo pra ser perfeito. Diria que se eu acreditasse em boas vibrações e mandigas, ir no show da minha vida garantiria felicidade pro resto do ano. Porem, nem tudo são flores.
É OFICIAL: EU NÃO VOU NO SHOW DA AMY.
Triste neh? Sei que muitos não gostam da Amy, pelo menos no meu circulo de amigos. E venhamos e convenhamos, como é ridículo todos esses sites na expectativa que ela apronte alguma besteira pra caírem em cima dela.
Para os radicais de plantão, reafirmo que a vida pessoal e todas essas loucuras que a Amy faz não me interessam. Sou completamente fascinado pelo som poderoso que ela faz. Suas musicas são incríveis e é isso que me atrai.
Mudando de assunto: Qual foi o primeiro filme que vocês viram esse ano? Meu ano começou divertido. Enrolados em 3D da disney é um filme de princesa mais sem tanta frescurite. O pretendente a príncipe com vos de Luciano Huck dá agilidade e transforma a trama numa aventura muito divertida. Vale o ingresso.
E por ultimo, porem não menos importante. O primeiro livro da ano. Tudo bem que comecei a lê-lo em 2010 mas, estou quase acabando esse "blasfémico" livro de Saramago. Pra vocês terem uma ideia, Eva vai pra cama com o anjo que guardava o jardim pra conseguir comida, Caim dá lições de moral pra Deus e fica na maior pegação com uma rainha casada. Sim: POLÊMICO como só nosso falecido Saramago poderia ser.
Bom, pelo visto 2011 promete. Abraços e vocês sabem...
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9 de janeiro de 2011
19 de dezembro de 2009
14 de dezembro de 2009
Up
Up - Altas Aventuras
O CARTAZ

FOTO QUE MAIS GOSTEI

SINOPSE
Carl Fredricksen (Edward Asner) é um vendedor de balões que, aos 78 anos, está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua esposa, a falecida Ellie. O terreno onde a casa fica localizada interessa a um empresário, que deseja construir no local um edifício. Após um incidente em que acerta um homem com sua bengala, Carl é considerado uma ameaça pública e forçado a ser internado em um asilo. Para evitar que isto aconteça, ele enche milhares de balões em sua casa, fazendo com que ela levante vôo. O objetivo de Carl é viajar para uma floresta na América do Sul, um local onde ele e Ellie sempre desejaram morar. Só que, após o início da aventura, ele descobre que seu pior pesadelo embarcou junto: Russell (Jordan Nagai), um menino de 8 anos.
ONDE VI
Shopping Rio Sul (uma saleta bem mixuruca pra dizer a verdade).
O QUE GOSTEI
A especialidade do "selo" Disney/Pixar é filme família. Os relatos que ouvi de uma amiga mãe de duas gatinhas é que ela se acabou de tanto chorar. meu priminho Guga já viu umas 5 X e quer ver mais. Eu mesmo já vi umas duas vezes. Porem, o início Chapliano é perfeito. O inicio e o "fim" do relacionamento do casal de velhinhos é o que eu vi de mais belo na animação nos últimos anos. Ponto também para o curta antes do filme, que é divertidíssimo.
O QUE NÃO GOSTEI
Eu meio que choraminguei nas cenas tristes, mais como ninguém viu (alem da tina e da Drika) tá tudo PERFEITO.
27 de fevereiro de 2008
O músico e o mestre.

Como eu havia dito antes(confira aqui>>> http://filipeconceitos.blogspot.com/2008/01/o-milagre.html), minha busca por respostas não pararia (Snoopy). Depois de uma busca constante em vários sites, foi no nosso sempre companheiro orkut que encontrei a resposta para os meus anseios e dilemas. Foi lá, na comunidade do Snoop (link: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=6679165 ) que encontrei o autor da maravilhosa trilha que embala as trapalhadas de snoopy, Charlie Brown e companhia.
Vince Guaraldi era um músico norte americano nascido em 17 de julho de 1928 (6 de fevereiro de 1976) que ao ser chamado para compor a trilha sonora de um documentário para o escritor, produtor e diretor Lee Mendelson teve a oportunidade de vincular seu trabalho ao desenhista Charles M. Schulz (desenhista do snoopy). Depois de umas pendengas com a aceitação desse documentário, um ano depois a “química” entre escritor, desenhista e músico foi aceita e assim foi feito o especial para o fim de ano chamado 'A Charlie Brown Christmas'. O sucesso foi tremendo e muitos outros especiais foram realizados. O desenho Snoopy é recheado de qualidade musical e agrada a crianças, jovens e adultos.
Falando exatamente sobre o músico Vince seu trabalho era tão excelente que nada melhor do que essa frase que ao meu ver define bem a afinidade músico-desenho: “As melodias e acordes elaborados pelo pianista Vince Guaraldi, inspiradas por valsas, foxtrots, ragtimes e bossas, espelham o universo lúdico de Brown, Lucy, Linus e Snoopy com tanta perfeição que, por alguns instantes, podemos acreditar que a música nasceu antes do próprio desenho”.
E assim, como prometido, esclareço e informo a todos sobre essa questão musical.
E deixo de novo o protesto: quando teremos desenhos de qualidade integrada como esta para assistir?
P.S: Qual desenho você poderia citar (em seu comentários aqui no blog) como tão promissor e perfeito como Snoopy?
Vince Guaraldi era um músico norte americano nascido em 17 de julho de 1928 (6 de fevereiro de 1976) que ao ser chamado para compor a trilha sonora de um documentário para o escritor, produtor e diretor Lee Mendelson teve a oportunidade de vincular seu trabalho ao desenhista Charles M. Schulz (desenhista do snoopy). Depois de umas pendengas com a aceitação desse documentário, um ano depois a “química” entre escritor, desenhista e músico foi aceita e assim foi feito o especial para o fim de ano chamado 'A Charlie Brown Christmas'. O sucesso foi tremendo e muitos outros especiais foram realizados. O desenho Snoopy é recheado de qualidade musical e agrada a crianças, jovens e adultos.
Falando exatamente sobre o músico Vince seu trabalho era tão excelente que nada melhor do que essa frase que ao meu ver define bem a afinidade músico-desenho: “As melodias e acordes elaborados pelo pianista Vince Guaraldi, inspiradas por valsas, foxtrots, ragtimes e bossas, espelham o universo lúdico de Brown, Lucy, Linus e Snoopy com tanta perfeição que, por alguns instantes, podemos acreditar que a música nasceu antes do próprio desenho”.
E assim, como prometido, esclareço e informo a todos sobre essa questão musical.
E deixo de novo o protesto: quando teremos desenhos de qualidade integrada como esta para assistir?
P.S: Qual desenho você poderia citar (em seu comentários aqui no blog) como tão promissor e perfeito como Snoopy?
19 de janeiro de 2008
O milagre.

Depois de uma tarde penosa a procurar respostas, venho compartilhar minha frustração.
O que eu procurava?
Bom... Sentado no sofá estou contemplando um milagre TV.
Não, esse não é mais um programa de fanatismo religioso e sim um desenho de qualidade no meio de uma grade tão pobre.
O “milagre” em questão é Snoopy, um desenho fantástico criado por Charles Monroe Schulz, um cartunista americano.
O desenho do cachorro da raça beagle é uma pitoresca jornada pelos caminhos da imaginação de um criador nobre e sagaz. A mistura de elementos marcantes como cão bilíngüe, com complexo de Walter Mitty (RESUMO: É se imaginar no centro das atenções), que dorme no telhado ao invés de dentro da casa e fantasia ser um piloto da segunda guerra mundial torna esse personagem figura celebre entre as muitas do inconsciente pop coletivo moderno.
Ver esse cão divertindo e irritando seu companheiro Charlie Brown é um vicio. Sua personalidade única é a prova do que seu criador disse a seu respeito: "ele tem que sair do seu mundo de fantasia para sobreviver. Por outro lado, se assim fosse ele levaria uma vida miserável e aborrecida”.
Mas a questão é: o que eu procurava?
Uma das coisas mais ilustres do desenho que passa na TV é a trilha que acompanha o cão. A harmonia e o ritmo que essa trilha dá ao desenho é um espetáculo a parte. Se você fechar os olhos, a viagem de ver Snoopy toma um outro rumo e você é embalado por qualidade em quantidade suficiente para esquecer que existe coisa do tipo “meninas super poderosas” ou “meu amigo da escola é um macaco”.
Uma das coisas mais ilustres do desenho que passa na TV é a trilha que acompanha o cão. A harmonia e o ritmo que essa trilha dá ao desenho é um espetáculo a parte. Se você fechar os olhos, a viagem de ver Snoopy toma um outro rumo e você é embalado por qualidade em quantidade suficiente para esquecer que existe coisa do tipo “meninas super poderosas” ou “meu amigo da escola é um macaco”.
Depois de uma procura árdua nada encontrei. Mas não vou parar de procurar e quando achar coloco aqui.
Por fim, o que seria de nós sem Snoopy, Caverna do Dragão, Carmen Sandiego...
Filipe de Paula Silva.
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