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16 de janeiro de 2011

"Sabioso"



Cada um de nós deve saber se impor
E até lutar em prol do bem-estar geral
 Afastar da mente todo mal pensar
 Saber se respeitar
 Se unir pra se encontrar
 Por isso, vim propor
Um mutirão de amor
Pra que as barreiras se desfaçam na poeira
 E seja o fim
O fim do mal pela raiz
Nascendo o bem que eu sempre quis
 É o que convém pra gente ser feliz
 Cantar sempre que for possível
 Não ligar para os malvados
 Perdoar os pecados
Saber que nem tudo é perdido
Se manter respeitado
 Pra poder ser amado

(Do orkut do sempre "sabioso" Diego)

2 de janeiro de 2011

A vida como ela foi (2010 - 2011)

2010 foi um ano no mínimo complicado. Impossível descrevê-lo em um único sentimento. foi tudo como um grande e cansativo filme de Roman Polanski. 
No amor eu fui de depressão e remorso pela Alice a euforia e desilusão com a Thais.
A vida proficional nunca esteve tão bem, tenho um emprego fixo numa das maiores instituições de saúde do país. O que significa muita responsabilidade e dor de cabeça mas, isso agente aguenta. A vida familiar de um modo geral foi tranquila. briguei com a tina e o pg. Mas isso eu faço todo ano. Meus pais são como móveis inanimados. Nunca tive tanta liberdade. 
Religião foi o grande catalisador dos meus problemas. Igreja nova e a tentativa de fazer parte de uma família que não é a sua foi um dos maiores desafios. Friedrich Nietzsche me causou sérios problemas. Posso dizer que remodelei minha fé de forma quase irreparável. Fui as entranhas da profunda descrença no homem e suas religiões. Questionei Deus, amei menos, chorei mais. Finalizei o ano lutando para ter esperança e recuperar a crença na instituição religiosa. De conclusivo sobre essas coisas só tenho o amor de Deus que sei que esteve comigo nos meus momentos mais sombrios. 
Tive um principio serio de depressão, corri riscos que não estavam na minha lista e nem o cinema me trouxe alegrias. 
Meu aniversário foi um desastre total. Tudo estava lá, a comida farta, os amigos, tudo, menos a minha dignidade na terceira comemoração com os VIPs. (Meu Deus, o que foi aquilo?KKK).
Os amigos, ah!!! os amigos. Incrível como o Marcelo e o Arthur conseguiram suportar meus sentimentos à lá montanha Russa. Conquistei dois irmãos cheios de caracteristicas muito próprias.  Arthur demonstrou ser a cara mais digno que conheço quando todos duvidavam da minha sexualidade e ele simplesmente decidiu me conhecer por si só e não por opinião dos outros. E também não existiria professor melhor neste mundo pra ensinar a pilotar (moto) e dirigir. Marcelo é o cara que ninguém sabe o valor que ele tem. Um amigo sincero que por muito pouco me fez considerá-lo um irmão. Vanessa decidiu dar nós na minha cabeça e o G8 foi apenas um borrão dos momentos felizes que já tivemos. Alguns amigos perderam completamente o seu valor (prefiro nem comentar).
 Errei e não me corrigi. 
Falei de mais. 
Amei de menos.
Sofri na medida certa.

Foi um ano bom, porem nunca o melhor. E que 2011 eu perca o controle pois sei de alguém melhor pra controlar-me. JC.

Enfim: Comentem.

3 de outubro de 2010

10 coisas que vocês não sabem sobre mim. (copiei da Aline)

  1. Eu SEMPRE levanto depois que já deitei pra dormir pra fazer alguma coisa.
  2. Eu já quase explodi o botijão da minha casa quando estava trancado sozinho.
  3. Eu danço quando estou sozinho.
  4. Eu tenho um segundo relacionamento ideal na minha mente de todas as minhas amizades.
  5. Eu já quase fui para África como Radical.
  6. Eu odeio química.
  7. Eu já caguei de cima de uma árvore com minha tia Bia.
  8. Eu já centrifuguei dois gatos na máquina de lavar.
  9. Eu roubava dinheiro da minha avó pra comprar chocolate quando era criança.
  10. Eu fico alisando o pé no colchão antes de pegar no sono.

30 de setembro de 2010

Carnaval de 2009. Uma loucura que não dá pra esquecer.

Então, a quem nós estamos enganando? Quem é o inocente?  Isento de todo pecado e delírio? Quem é o que vai atirar a pedra?
Não estou buscando justificativas para o ato que vou (nem acredito) descrever aqui hoje. Não espero compreensão e muito menos lamurias “hipocritantes” de bons samaritanos.
Como disse o mestre: “aquele que não tem pecado, atire a primeira pedra”.
O caso é o seguinte: Carnaval de 2009 fui a um “retiro” de uma “igreja”. Acho que fui levado ali para aprender mais sobre o “humano demasiado humano” ser cristão. É incrível, mas tudo o que você não espera de pessoas que confessam a Cristo como salvador foi feito ali. Preconceito, profetada , puritanismo, falta de amor ao próximo são exemplos das lições aprendidas naquele lugar.
Isso não é regra, mas também não é exceção. É triste o numero de igrejas que como aquela é alicerçada em conceitos tão destrutivos e que não levam ninguém a Cristo. Diga-se de passagem, a igreja em questão já não existe da mesma forma que era. Por motivos de contenda na alta cúpula da liderança (forte e solida, é claro) o “pastor” abandonou a igreja e resolveu abrir uma nova “comunidade das ovelhas desgarradas”.  
Mas, voltando ao que não deveria interessar: Fui para o retiro convidado por uma tia e lá estavam meus primos (filhos dela) e outro primo filho de uma prima.  Esse primo me remete a um antigo post aqui do blog (esse aqui)... É que ele é diferente. Diferente por ser inteligente e cheio de idéias que ainda não consigo entender.  
O fato de você não entender alguém não é motivo pra tratá-lo de forma rude ou deixá-lo alienado, mas foi isso mesmo que aconteceu.  Ele foi discriminado e segregado. E eu que estava maravilhado com aquela mente tão criativa e cheio de coisas novas (muitas das quais eu preferiria não saber), fui logo tomando consciência de todo aquele preconceito e instintivamente lutei contra aquilo, pois eram nítidos os motivos não cristãos e ignorantes de toda aquela corja preconceituosa.
Já pelos últimos dias do retiro não agüentávamos mais tanta ladainha. Tudo era tão sem sentido naquele lugar e estávamos tão isolados que éramos capazes de explodir.
O lugar era lindo, uma casa enorme, dois campos de futebol, duas piscinas e uma área verde muito bacana. Ao redor, muitos morros. E foi numa tarde de sol que eu e o “Joãozinho” resolvemos matar mais uma das reuniões de manifestações de histerismo coletivo do retiro. A casa que era no alto de um morro estava vazia, pois todos estavam na reunião. Eu e o Joãozinho fingimos estar dormindo e ninguém foi nos buscar. Assim que a casa estava liberada ficamos de bob conversando. Decidimos ir à cozinha ver se tinha alguma coisa na geladeira. Para nossa surpresa tinha. A porta da geladeira estava repleta de bebidas. Eram as mais variadas possíveis.  E foi aí que num lapso, eu que nunca tinha bebido antes, decidi (por mim mesmo e não por influencia) tomar uma cachaça. Não me pergunte qual era, pois não faço a mínima idéia.  
Depois do terceiro copo eu já estava pra lá de Bagdá. Foi quando percebemos que a reunião havia acabado e que pessoas estavam vindo para a casa. No desespero total corremos para o fundo da casa, passamos a cerca e subimos o morro. Na metade da subida, minha cabeça rodava tanto que eu não sabia como eu ainda não tinha rolado morro abaixo. Quando chegamos ao topo, eu completamente surtado decidi ir para o outro lado, onde havia um casebre que parecia abandonado.  Me arrastando e já me sentindo muito mal desci em direção ao casebre.  O mato antes do casebre era um capim grosso, cortante e alto. O chão era barrento e o terreno parecia abandonado. As folhas do capim cortaram meu braço e a lama sujou meus pés. Mas, eu estava decidido a ir até aquela casa que agora tão perto parecia mal assombrada e bizarra.  Um pequeno lance de escada nos separava da porta e um cheiro fétido rondava o lugar. O Joãozinho ao meu lado não acreditava que estávamos ali, eu muito menos.
Aí o inesperado aconteceu. Quando abrimos a porta arrebentada da casa, nos deparamos com algo macabro e surreal. A casa parecia uma espécie de templo diabólico. As paredes estavam todas marcadas com símbolos estranhos e muitas teias de aranha se espalhavam pelo lugar. Objetos estranhos estavam espalhados pelo chão e uma pequena fogueira crepitava com uma panela velha que emanava um fedor insuportável. Na mesma hora eu voltei e caí no chão vomitando. O Joãozinho desesperado me pegou pelo braço e me arrastou morro acima. Meu desespero era total. O risco que corremos indo aquele lugar foi imenso e o nível de inconseqüência de nós dois foi sem precedentes.
Por um milagre passei por um grupo de pessoas que não nos deu muita atenção e fui direto para o banheiro. Joãozinho me pôs no chuveiro e ali fiquei quase uma hora me recuperando. Depois de um pouco de sobriedade deitei e dormi até o dia seguinte com a desculpa de estar passando mal.
Essa experiência foi única, errada e muito bizarra. Essa é apenas uma das lembranças eternas da minha juventude inconseqüente e cheia de mistérios. Não recomendo um retiro como aquele para ninguém, nem muito menos uma loucura como essa.
Agora é com vocês. Comentem.

22 de agosto de 2010

"O bagulho ta frenético"

Pra você que anda se perguntando o que eu ando fazendo que não apareço mais por aqui?  (e olha que realmente me cobraram isso) eu digo.
"O bagulho ta frenético" pro meu lado. Estou numa fase onde trabalho é a palavra de ordem. Não voluntariamente, mas de uma forma inteiramente cheia de obrigações. Não deixo de estar feliz por estar na FIOCRUZ, mais aquilo lá tá arrancando meu coro. Alguém aí sabe o que é sair de casa 5:30 e voltar só 18:30h? (claro que isso é normal pra um monte de gente, e estes sabem como isso cansa).
Não tenho muitas novidades. Acabei de ver a primeira temporada de Glee pela segunda vez e não paro de escutar a trilha sonora. Uma vez por semana, geralmente na terça eu vejo o novo episódio de True Blood ( que por sinal está uma putaria só), e durmo cedo... Quase sempre.
A vida tá meia sem graça nos últimos tempos. O dinheiro não dá pra nada, num tem um filme bom no cinema, quase não saio nos fds e tenho que me animar pra estudar para os concursos que irei prestar.
Uma vida normal de mais pra mim...
Mesmo assim vou tirar um tempinho pra atualizar melhor esse meu espaço. Um abração pra vcs e até breve.

15 de maio de 2010

Different people (You are beautiful)


Vamos direto ao assunto: Minha cunhada vira pra mim e diz: “cara, que músicas diferentes você escuta”.  E eu... (com cara de macaco que não foi com a cara dela digo): É (                     ).
Enfim, qual o problema em ser diferente? Qual o problema de escutar um estilo tal de musica? De se vestir com certa roupa? De comer a carne do sanduiche por ultimo? De não gostar de coca-cola? De gostar de ir ao cinema sozinho? De fazer tudo diferente de qualquer outra pessoa? De ter uma religião soh sua? De sei lá mais o que...
Eu gosto de namorar negras e minha melhor namorada era gordinha. Se você não gosta, é porque prefere as louras e magrelas? Isso já é diferente de mim. Eu fico te dizendo coisas idiotas como: “você é estranho”, “ que roupa é essa?”, “não come assim”, “blá blá blá” ...
Não agüento esses estereótipos de perfeição que as pessoas pregam por aí. Já fui muito preso a isso, mas agora estou numa fase “respeito seus cabelos azuis e sua bota de couro”. To cansado dessa pressão pra se enquadrar num estilo qualquer, quero ter o meu próprio e não ter que prestar contas a ninguém.
E como diz meu ídolo Mika: BIG GIRL (YOU ARE BEAUTIFUL).
E pra celebrar as diferenças das “pessoas diferentes” que são lindas deixo o clip do Mika aqui no blog.
 
Caso vc tenha um foto de alguem diferentemente linda me envia que eu coloco aqui ok.

30 de abril de 2010

A Carta


A CARTA
(Djavan e Gabriel o Pensador)


Não vá levar tudo tão a sério
Sentindo que dá, deixa correr
Se souber confiar no seu critério
Nada a temer
Não vá levar tudo tão na boa
Brigue para obter o melhor
Se errar por amor Deus abençoa
Seja você

No que sua crença vacilou
A flor da dúvida se abriu
Vou ler a carta que o Biel mandou
Pra você, lá do Brasil:

"Eles me disseram tanta asneira, disseram só besteira
Feito todo mundo diz.
Eles me disseram que a coleira e um prato de ração
Era tudo o que um cão sempre quis
Eles me trouxeram a ratoeira com um queijo de primeira
Que me, que me pegou pelo nariz
Me deram uma gaiola como casa, amarraram minhas asas
E disseram para eu ser feliz

Mas como eu posso ser feliz num poleiro?
Como eu posso ser feliz sem pular ?
Mas como eu posso ser feliz num viveiro,
Se ninguém pode ser feliz sem voar?

Ah, segurei o meu pranto para transformar em canto
E para meu espanto minha voz desfez os nós
Que me apertavam tanto
E já sem a corda no pescoço, sem as grades na janela
E sem o peso das algemas na mão
Eu encontrei a chave dessa cela
Devorei o meu problema e engoli a solução
Ah, se todo o mundo pudesse saber
Como é fácil viver fora dessa prisão
E descobrisse que a tristeza tem fim
E a felicidade pode ser simples como um aperto de mão

É esse o vírus que eu sugiro que você contraia
Na procura pela cura da loucura,
Quem tiver cabeça dura vai morrer na praia."

20 de abril de 2010

Todas as cores que cabem dentro de mim.


É difícil definir a alegria.
É mais fácil simplesmente senti-la.
Pense em uma definição para esse sentimento?
duvido se você não lembrou de um momento feliz que já viveu.
É como olhar as cores numa manha de verão.
É possível morrer de alegria?
Alegria mata?
Alegria tem cor?
Se têm, ela é de todas as cores que cabem em mim.

17 de abril de 2010

I love my birthday.


Galera, contagem regressiva agora.
Faltam poucos dias pro meu niver. 
Lembro a todos que meu niver é dia 25 de maio.
Aqueles que nem me ligarem e depois aparecer na festa dia 29, vai tomar um cascudo.

Lembrando que irei comemorar no dia 29 de maio na casa da mina tia Herli que fica na Mantiqueira em um beco ao lado do colégio Santo Agostinho. Pode deixar que no dia estará bem sinalizado o local.
Quem tiver qualquer duvida entre em contato comigo.
E MESMO COM TODOS OS PROTESTOS EU REAFIRMO: EU QUERO PRESENTE.





Beijus e Abraços pra todos e até minha Festa.



21 de março de 2010

Lost

Depois de muitos anos sem me aventurar por "lost" retomeu minha jornada de onde parei. A 5ª temporada. O que dizer?? Feliz por James e Juliet. E triste tambem... (descubram porque). Confuso de mais. Muita informação. Muitos segredos. Jacob. Ben. Locke (mosro ou vivo?). Uma loucura.

Vou ver daqui a pouco o primeiro episódio da ultima temporada.

E pra vocês a Santa Ceia e Algo que ainda não sei dizer o que é:


18 de fevereiro de 2010

...

O tédio me enche todos os cantos. Depois da euforia de estar trabalhando na Fiocruz, hoje tudo é melancolia e vontade de fazer nada. "Só sei que nada sei" é uma frase que pode em muitos ângulos definir minha fase atual.
Comprei livros, muitos livros. E nem isso me faz feliz.

Estou lendo O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. Comprei este, As duas Torres, O Retorno do rei, O Hobbit, O Silmarillion, Sangue de Tinta, Onde Vivem os Monstros, Cain e mais um punhado que nem lembro.

e ainda assim não me animo.

Nem o Oscar eu quero ver. Pode acreditar?

Sinta falta de tudo ... e nem sei o que é esse tudo.

Enfim...

...

...

29 de outubro de 2009

Apenas morto, apenas vivo.

Viver tem sido assim, quase um fardo pesado de mais. Os dias passam, e o que há de melhor dentro de mim vai se acabando. Tudo tem muita cor, luz, vida... Mas, meus olhos passam vagando e tento me focar no bem e o mal de cada um. Procuro nos lugares feios as coisas belas que um dia estiveram ali. Ando como anda o sol, planando de forma lenta, de um lugar alto de mais, e observo tudo. Preencho o ar com desejos fortes que quase se materializam. Como coisas com gostos específicos de datas e lugares especiais. Não revivo o que vivi. Escuto as musicas que tocam nos bares sujos e vago solitário entre os muros da cidade. Procuro verdade, sentido.

Desfaço-me em letras. Escrevo no muro. Tento achar a fonte eterna de sabedoria.

Procuro coisas por aí. Sempre vagando nesse mundo metamórfico. No caminho, sempre criticas e desespero. Vejo o homem ruir. Vejo a terra sumir. Contemplo o céu cheio de estrelas. Vejo a rua molhada. Percebo o mundo girar, girar, girar...

Espero o infinito de tudo, o infinito onde encontro respostas. Corro para encontrar o lugar certo de se estar nesse momento. Descubro que esse lugar é aqui. Mas, também é lá. Descubro que minha pesquisa não se acabará assim tão fácil. Que a corrida ainda é longa e que mesmo depois de tantos passos ainda lembro do Km 10 que foi onde te vi pela primeira vez. Olho pra trás e não te vejo. Meu coração bate e entendo o quão perto você está. Continuo correndo. Sinto no ar que a chuva está chegando e vejo o céu se apagar. Vou chegando ao fim do nada onde se inicia o tudo. E continuo andando. Respiro fundo. Fecho os olhos. Penso de novo. Revejo você, mais forte do que em outros pensamentos tão apagados. Sem pensar mais começo a correr, correr, correr...

Meus pés já não doem. Meu corpo é forte. Sigo em frente. Vivo cada segundo. Cada coisa. Tudo. Nada tem mais sentido. Tudo é luz. Estou morto. Morto pra mim. Vivo pra vida eterna. Vivo pra viver eternamente ao seu lado. Vivo... Apenas vivo.