27 de novembro de 2010
14 de novembro de 2010
3 de outubro de 2010
10 coisas que vocês não sabem sobre mim. (copiei da Aline)
- Eu SEMPRE levanto depois que já deitei pra dormir pra fazer alguma coisa.
- Eu já quase explodi o botijão da minha casa quando estava trancado sozinho.
- Eu danço quando estou sozinho.
- Eu tenho um segundo relacionamento ideal na minha mente de todas as minhas amizades.
- Eu já quase fui para África como Radical.
- Eu odeio química.
- Eu já caguei de cima de uma árvore com minha tia Bia.
- Eu já centrifuguei dois gatos na máquina de lavar.
- Eu roubava dinheiro da minha avó pra comprar chocolate quando era criança.
- Eu fico alisando o pé no colchão antes de pegar no sono.
30 de setembro de 2010
Carnaval de 2009. Uma loucura que não dá pra esquecer.
Então, a quem nós estamos enganando? Quem é o inocente? Isento de todo pecado e delírio? Quem é o que vai atirar a pedra?
Não estou buscando justificativas para o ato que vou (nem acredito) descrever aqui hoje. Não espero compreensão e muito menos lamurias “hipocritantes” de bons samaritanos.
Como disse o mestre: “aquele que não tem pecado, atire a primeira pedra”.
O caso é o seguinte: Carnaval de 2009 fui a um “retiro” de uma “igreja”. Acho que fui levado ali para aprender mais sobre o “humano demasiado humano” ser cristão. É incrível, mas tudo o que você não espera de pessoas que confessam a Cristo como salvador foi feito ali. Preconceito, profetada , puritanismo, falta de amor ao próximo são exemplos das lições aprendidas naquele lugar.
Isso não é regra, mas também não é exceção. É triste o numero de igrejas que como aquela é alicerçada em conceitos tão destrutivos e que não levam ninguém a Cristo. Diga-se de passagem, a igreja em questão já não existe da mesma forma que era. Por motivos de contenda na alta cúpula da liderança (forte e solida, é claro) o “pastor” abandonou a igreja e resolveu abrir uma nova “comunidade das ovelhas desgarradas”.
Mas, voltando ao que não deveria interessar: Fui para o retiro convidado por uma tia e lá estavam meus primos (filhos dela) e outro primo filho de uma prima. Esse primo me remete a um antigo post aqui do blog (esse aqui)... É que ele é diferente. Diferente por ser inteligente e cheio de idéias que ainda não consigo entender.
O fato de você não entender alguém não é motivo pra tratá-lo de forma rude ou deixá-lo alienado, mas foi isso mesmo que aconteceu. Ele foi discriminado e segregado. E eu que estava maravilhado com aquela mente tão criativa e cheio de coisas novas (muitas das quais eu preferiria não saber), fui logo tomando consciência de todo aquele preconceito e instintivamente lutei contra aquilo, pois eram nítidos os motivos não cristãos e ignorantes de toda aquela corja preconceituosa.
Já pelos últimos dias do retiro não agüentávamos mais tanta ladainha. Tudo era tão sem sentido naquele lugar e estávamos tão isolados que éramos capazes de explodir.
O lugar era lindo, uma casa enorme, dois campos de futebol, duas piscinas e uma área verde muito bacana. Ao redor, muitos morros. E foi numa tarde de sol que eu e o “Joãozinho” resolvemos matar mais uma das reuniões de manifestações de histerismo coletivo do retiro. A casa que era no alto de um morro estava vazia, pois todos estavam na reunião. Eu e o Joãozinho fingimos estar dormindo e ninguém foi nos buscar. Assim que a casa estava liberada ficamos de bob conversando. Decidimos ir à cozinha ver se tinha alguma coisa na geladeira. Para nossa surpresa tinha. A porta da geladeira estava repleta de bebidas. Eram as mais variadas possíveis. E foi aí que num lapso, eu que nunca tinha bebido antes, decidi (por mim mesmo e não por influencia) tomar uma cachaça. Não me pergunte qual era, pois não faço a mínima idéia.
Depois do terceiro copo eu já estava pra lá de Bagdá. Foi quando percebemos que a reunião havia acabado e que pessoas estavam vindo para a casa. No desespero total corremos para o fundo da casa, passamos a cerca e subimos o morro. Na metade da subida, minha cabeça rodava tanto que eu não sabia como eu ainda não tinha rolado morro abaixo. Quando chegamos ao topo, eu completamente surtado decidi ir para o outro lado, onde havia um casebre que parecia abandonado. Me arrastando e já me sentindo muito mal desci em direção ao casebre. O mato antes do casebre era um capim grosso, cortante e alto. O chão era barrento e o terreno parecia abandonado. As folhas do capim cortaram meu braço e a lama sujou meus pés. Mas, eu estava decidido a ir até aquela casa que agora tão perto parecia mal assombrada e bizarra. Um pequeno lance de escada nos separava da porta e um cheiro fétido rondava o lugar. O Joãozinho ao meu lado não acreditava que estávamos ali, eu muito menos.
Aí o inesperado aconteceu. Quando abrimos a porta arrebentada da casa, nos deparamos com algo macabro e surreal. A casa parecia uma espécie de templo diabólico. As paredes estavam todas marcadas com símbolos estranhos e muitas teias de aranha se espalhavam pelo lugar. Objetos estranhos estavam espalhados pelo chão e uma pequena fogueira crepitava com uma panela velha que emanava um fedor insuportável. Na mesma hora eu voltei e caí no chão vomitando. O Joãozinho desesperado me pegou pelo braço e me arrastou morro acima. Meu desespero era total. O risco que corremos indo aquele lugar foi imenso e o nível de inconseqüência de nós dois foi sem precedentes.
Por um milagre passei por um grupo de pessoas que não nos deu muita atenção e fui direto para o banheiro. Joãozinho me pôs no chuveiro e ali fiquei quase uma hora me recuperando. Depois de um pouco de sobriedade deitei e dormi até o dia seguinte com a desculpa de estar passando mal.
Essa experiência foi única, errada e muito bizarra. Essa é apenas uma das lembranças eternas da minha juventude inconseqüente e cheia de mistérios. Não recomendo um retiro como aquele para ninguém, nem muito menos uma loucura como essa.
Agora é com vocês. Comentem.
14 de setembro de 2010
Um dos meus VideoClips preferidos.
A ultra pop Janelle Monaé e suas leves influências de Amy Winehouse me conquista sempre, e esse vídeo é ótimo.
22 de agosto de 2010
"O bagulho ta frenético"
Pra você que anda se perguntando o que eu ando fazendo que não apareço mais por aqui? (e olha que realmente me cobraram isso) eu digo."O bagulho ta frenético" pro meu lado. Estou numa fase onde trabalho é a palavra de ordem. Não voluntariamente, mas de uma forma inteiramente cheia de obrigações. Não deixo de estar feliz por estar na FIOCRUZ, mais aquilo lá tá arrancando meu coro. Alguém aí sabe o que é sair de casa 5:30 e voltar só 18:30h? (claro que isso é normal pra um monte de gente, e estes sabem como isso cansa).
Não tenho muitas novidades. Acabei de ver a primeira temporada de Glee pela segunda vez e não paro de escutar a trilha sonora. Uma vez por semana, geralmente na terça eu vejo o novo episódio de True Blood ( que por sinal está uma putaria só), e durmo cedo... Quase sempre.
A vida tá meia sem graça nos últimos tempos. O dinheiro não dá pra nada, num tem um filme bom no cinema, quase não saio nos fds e tenho que me animar pra estudar para os concursos que irei prestar.
Uma vida normal de mais pra mim...
Mesmo assim vou tirar um tempinho pra atualizar melhor esse meu espaço. Um abração pra vcs e até breve.
12 de julho de 2010
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